É curioso o desplante e desfaçatez com que a classe politica trata os assuntos de estado. Demonstrando um total desrespeito pelos eleitores que os elegeram para servirem o país

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Terça-feira, 4 de Junho de 2013

A demagogia dos cortes

Como em todas as medidas que se imponha cortar nas inúteis e descabidas. Este PM ministro nada fez de produtivo ou de concreto. Nas fundações e observatórios foi o que se viu. Cortes cegos, onde foram contemplados de igual modo fundações com utilidade pública relevante, com as que só serve para fugir aos impostos. Nas tão célebres PPPs rodoviárias cortou-se nas obras programadas e nalgumas na manutenção que saiu da responsabilidade dos privados e passou para a esfera do estado. Em vez de se reduzir ampliou-se os custos a longo prazo. A redução uns insignificantes 300 milhões. Que bem cedo serão absorvidos com os custos nas manutenções.


A tão propagada redução do parque automóvel reduzido a 3 viaturas. Em Julho de 2011, pouco tempo depois de tomar posse, Passos Coelho deu instruções para proibir os ministros de terem direito a carro para uso pessoal ou fora da agenda oficial. No início deste ano, havia a intenção de diminuir o número de viaturas e baixar a gama dos carros que seriam adquiridos. O Parlamento aprovou também nessa altura uma resolução do CDS a sugerir a redução para metade dos carros atribuídos aos ministérios.

 

É esta forma de governar com um rumo fixo agarrado a uma ideologia da pureza da pobreza do comum cidadão e da protecção dos actuais e futuros patrões.


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publicado por carlocos às 09:09
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Terça-feira, 17 de Abril de 2012

Memória curta

É curioso, mas presumo que José Seguro deve ter algum problema de memória.

Estive a ouvir atentamente o discurso de encerramento do partido das festas e ficaria surpreendido com o discurso de encerramento de José Seguro, atual secretário-geral do ps, se não conhecesse o que é a prata da casa.

Dizia o Sr. Naquela sua voz de esforço, que os doentes faltam aos tratamentos porque não têm transporte da parte do estado. Então não foi o partido deste sr que criou a lei que privou os doentes de transporte segurado pelo estado? Que falta de memória. Queixa-se ainda do abandono do interior. Estará esquecido o secretário-geral do ps que quem começou os fechos das escolas e dos centros de saúde, foi o governo do ps.

Falou ainda dos investimentos públicos e tanto atraso trazem o fim das festas, perdão investimentos públicos. Esquece ou não quer se lembrar que foi estes disparates dos investimentos públicos sem rei nem roque que levaram o país a beira da banca rota. São a causa direta dos cortes nos salários no empobrecimento dalguns portugueses chamados a pagar as tropelias destes senhores. Que outros os que não foram chamados a pagar ganharam e ganham em resultado de seis anos de festa. Isto para não falar nos outros.

Pois é sr. José Seguro eu quero políticos com memória, sérios e estou farto que os políticos sejam “julgados” nas urnas. E sabe porquê? Porque durante um curto período fazem, o que vocês chamam de travessia no deserto com acento nas administrações dumas quaisquer PP’s criadas para o efeito.

publicado por carlocos às 17:17
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Domingo, 21 de Maio de 2006

"Demagogia à maneira"

O comportamento deste governo faz-me recordar duas imagens saborosas pela sua particularidade dos tempos idos; uma é a cena de Vasco Santana quando chegam as suas tias e os malabarismos do enredo no jardim entre animais, onde com paleio de circunstância e oportunismo ele mantém a mentira que tão carinhosamente tinha ajudado a germinar. Outro é o refrão de uma canção de intervenção já um pouco fora de tempo pois os momentos gloriosos do PREC já haviam terminado. Era o meu tempo de adolescente onde a Lena d'Água fazia a delícia da juventude. Foram cenas de épocas diferentes que retratavam modos de ser diferentes, mas que têm muito de actual, e de agora. Desde essa altura muita água passou debaixo das pontes mas o comportamento dos políticos em nada mudou, a demagogia, o oportunismo e o aproveitamento da simplicidade das pessoas tudo é usado.
Isto vem a propósito do espectáculo que fomos brindados à umas curtas semanas. Onde durante uns curtos dias foram aparecendo nos ecrãs das televisões políticos sorridentes e industriais com a aureola de santos milagreiros que nós levariam de investimento em investimento à vitória da recuperação económica e garantia do aumento das exportações. Afinal não era o desígnio deste governo inverter o défice comercial? Foi um desfilar de acontecimentos que durante dias foram o tema de assunto de discussão de tascas e de ditos espirituosos nas portas dos WC cá do burgo. Por todo o lado se ouvia mas ele disse e se ministro diz. E logo o primeiro!... Isso tem que ser verdade. Santas e crentes criaturas que o céu é dos simples de espírito. A memória curta não atingia os tempos da campanha eleitoral onde a mentira e embuste foi o modo de alcançar o poleiro. Pouco mas muito pouco tempo depois ficamos a saber que afinal o investimento mais mediático não se iria realizar. Afinal a refinaria não era a galinha dos ovos de ouro que tinha sido apregoada. Ficamos isso sim a saber que alguém mentia deliberadamente ou então os tais do governo não sabem ler ou simplesmente passaram os olhos perspicazes pelo caderno de intenções. Isto tudo porque contrariamente ao que o governo quer fazer passar. Só existem investimento se os investidores tiverem a garantia de lucros "assegurados". Empresários perdedores e galinhas que põem ovos de oiro são fantasia. E assim ficamos esta passada semana também a saber que a General Motors quer bazar de cá. Afinal é só mais importante para o PIB neste momento que a tal de Palmela. Coisa pouca.

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publicado por carlocos às 01:42
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