É curioso o desplante e desfaçatez com que a classe politica trata os assuntos de estado. Demonstrando um total desrespeito pelos eleitores que os elegeram para servirem o país

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Sábado, 6 de Maio de 2006

Mistério da administração interna. Números fabulásticos

Os números da criminalidade apresentados pelo governo traçam um quadro rosa do estado deste sítio mal frequentado. Segundo esses mesmos números num ano e alguns meses em que o desemprego e a crise se instalou e a conflituosidade entre o governo os tribunais e as forças de segurança, não se deslumbra fim a vista, trouxe os seus frutos. A criminalidade acalmou e compreendendo a crise em que o país esta mergulhado resolveram dar descanso aos cidadãos. Isto como se alguns criminosos tivessem ido de ferias para um qualquer destino paradisíaco ou então em uníssono com o governo interpretasse a contenção como um dever a seguir.
Mas os números são o que são e parece que os cidadãos deixaram de ser vítimas de actos criminosos.... Ou então deixaram de apresentar queixa?... Algum de estranho se esta a passar. Se o governo por um lado apresenta uma redução nos indicies da criminalidade, por outros a informação sobre a actividade duma faixa da sociedade apresenta uma cor rosa choque. Se não vejamos alguma actividade se não criminosa para alguns, mesmo assim pouco ilícita para outros.
Parece serem frequentes agressões contra médicos, enfermeiros e auxiliares. E segundo esta notícia rondam os 87000 casos ano. E nalguns casos há médicos agredidos fisicamente e ameaçados de morte por se recusarem a passar atestados para os mais variadíssimos fins. Dirão vocês que essas são pessoas desesperadas e nunca criminosos. Pois seja, um agarrado que assalta para poder comprar a dose do meio-dia também é um desesperado. O mistério da educação também nega o aumento da violência sobre os docentes. E porque não, são os professores é que levam as bordoadas. No caso dos polícias, que podem dizer sobre este relatório? Talvez que os agentes agredidos, afinal não foram, sonharam. Como os casos de agressão aos militares da guarda nalguns casos alvejados a tiro como também aconteceu a agentes da PSP. Sempre com finais graves, trágicos mesmo. O presidente da Juntade Freguesia da Pena, Armando Silva, foi assassinado. O assassino ainda tentou matar mais quatro pessoas. Felizmente não conseguiu, mas destruiu as suas vidas. Por este país fora se ouve falar frequentemente em assaltos à mão armada, quadrilhas que usam de extrema violência. Quem ainda se lembra do tão falado caso do arrastão de Carcavelos? Acontecimento inicialmente com 500 criminosos, que foi gradualmente sendo reduzido até um número aceitável na óptica deste governo de 30 a 40 elementos que praticaram actos ilícitos, parece que os outros serviram para cobertura. Tudo bons rapazes. Capazes das mais diversas carecias aos veraneantes de modo a sacar os seus pertences. Também quem manda irem para a praia de carteira e telemóveis. Que falta de bom senso. Como as boas iniciativas são para desenvolver e melhorar, enquanto o ministro da Administração Interna e o Director Nacional da PSP afadigavam-se a dar garantias de que o episódio de Carcavelos não voltaria a acontecer, já que iriam fazer uma barrela com OMO, tornando o arrastão branco mais branco. Em Quarteira, no Algarve, cerca de 50 jovens de origem africana chegados de autocarro provocavam o pânico entre veraneantes e comerciantes, que chegaram a temer a ocorrência de um novo "arrastão". Mas, após ouvirem as palavras do Sr. Ministro ficaram descansados, eram só 50 jovens divididos em 3 grupos, praticando a nobre acção de assalto.
Estas são algumas das situações que provam que o país esta mais seguro. Talvez fosse uma excelente ideia mudar o encarnado da bandeira para um rosa choque e em vez de palmas com que se honram os heróis, passarem-se a usar umas orelhas de burro. Sempre estariam mais a condizer com a forma e a actividade propagandista.       

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