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Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

PPPs, o abismo logo ali

Ao longo destes tempos que ditam das eleições muitas verdades se vieram a saber. Mas a mais importante é que roubaram subsídios e parte dos ordenados para pagar estas negociatas das PPPs e não vejo ninguém a bater com os custados atras das grades.

Uma certeza porém temos nós os pagantes é que o pagar vai-se eternizar e estes negociadores continuam a roubar a esperança a milhares para satisfazer os caprichos e a ganancia de alguns poucos.

Em Portugal a frase “Não pergunte o que o seu país pode fazer por si e sim o que pode fazer pelo teu país” não se aplica pois a frase é “Não perguntes o que tens que pagar, pois nem eu sei o que roubei”.

Frequentemente ouvimos afirmar que as negociatas são um ilícito criminal. Mas os criminosos continuam a rir da situação e com a agravante de poderem avaliar as suas malfeitorias. Os números que aparecem a miúde na comunicação social sobre as negociatas são assustadores. São anos e anos de subsídios. São muita pobreza provocada. Resultam em muitos suicídios. Muitas famílias desfeitas. Muita esperanças destruídas. Muita comparticipação negada. Muitos empregos destruídos. Esse é o resultado desta política que resultou nesta situação económica. E eles? Que responsabilidade? É o voto de novo que os vais trazer ao poleiro, ora uns, ora outros eternizando-os. Torna-se urgente rasgar estes acordos negociados pelos socialistas.

Duma vez por todas criar condições para que quem lese o estado e os contribuintes nunca mais possa ter actividade na política e no sector público. Empresas onde esses tipos vegetam não podem ter mínimo contacto com o sector público nem apoios.

Só deste modo teremos um país mais justo e solidário, quando acabarem os paúlos, os Zés, os Morais as gentes com nomes de animais que envergonham as pessoas honestas e que as afastam das urnas. As pessoas não vão votar porque é ponto assente que são todos iguais.   

    

publicado por carlocos às 18:35
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Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

O Soares de agora em nada difere do Soares de antes

É curioso, parece que uma parte do país, esta surpresa pelo que Mário Soares disse na sua última entrevista ao jornal Expresso.  

Se alguns estão de acordo e até já o acham militante do Bloco de Esquerda. Outros estão surpresos pelas declarações e inclusive o partido que ele ajudou a formar e responsável pela situação de descalabro financeiro onde estamos se apressou a desvincular-se das declarações.

Mas no fim de contas este é o mesmo Mário Soares, que apoiou Soares Carneiro Contra Ramalho Eanes por causa de odio pessoal. É o mesmo que não se conteve ao ser recusado numa eleição para Presidente do Parlamento Europeu, onde viu ser eleita Nicole Fontaine a “dona de casa” segundo epíteto de Mário Soares.

Que diga-se de passagem a escolha foi corretíssima entre os dois candidatos não havia escolha possível. Mesmo arrisco que qualquer um serviria melhor que ele. É o mesmo relatado no livro censurado de Rui Mateus, “Contos Proibidos-Memorias de Um PS Desconhecido”. Que na realidade nada acrescenta a história do ps passada, recente e futura.

É este no fim o Mário Soares que conhecemos e já não pode surpreender. Por isso vamos de deixar de fazer de virgens surpreendidas e vamos de vez colocar esse senhor no lugar dele. Dos bibelôs inúteis e próprios para uma qualquer barraca de quermesse.       

publicado por carlocos às 00:06
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Terça-feira, 19 de Abril de 2011

Faz lá tanta falta como uma viola num enterro

É curioso, a UGT entrega à 'troika' propostas e posições. Foi lá para fazer número e os senhores da troika perder tempo. Como é mais um braço do ps. Tudo o que vem de cima, esta decidido e anotado.

  

O que os nomeados pelo governo decidirem é sagrado. Como os nomeados não têm nada para decidirem é uma perda de tempo.

 

Não sei porque mas quando falam na ugt lembro-me do tão falado “fundo social europeu.  

publicado por carlocos às 23:49
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Processos tóxicos

O mistério do ambiente, fez um serviço inestimável ao país ao destruir, os processos e contratos da Cova da Beira.

 

Eram processos tóxicos e como tal só poderiam ser incinerados. Garante fonte segura do mistério do ambiente, que os portugueses podem estar despreocupados. Desta vez não foi por intermédio da duvidosa “co-incineração– tão querida do PM – por isso não incorre contra a saúde pública, só contra a moral. O mistério do ambiente preocupado com a saúde das populações e em especial com a do Sr. 1º Ministro. Que, poderia nos seus afazeres de distribuidor de Magalhães deslocar ao local da queima de tais processos, ser afectado por actos passados, resultantes das dioxinas libertadas.

 
O processo é totalmente inócuo para o Ambiente. Aparentemente é totalmente e completamente prejudicial para o apuramento de uma coisa tão inócua como a verdade.    
 
O mistério do ambiente teve em atenção a saúde pública. Previdentemente, não correu o risco que elevadas taxas de dioxinas fossem libertadas durante um processo menos próprio de destruição desse material. Por exemplo a descoberta da verdade num qualquer tribunal. Que más-línguas asseguram inclusive corruptível da honestidade. Dizem ainda inclusive radioactivo. Assim se evita de forma simples e segura que se contamine o ar, solos e por sua vez as reservas de água. O que seria prejudicial para as gerações actuais e futuras. Já que o resto é coisa de idade media e códigos de cavalheiros.  
 
Entendidos na matéria – talvez, profetas da desgraça ou velhos do Restelo, coisa tão em voga – previam que os produtos iriam poluir o Ambiente, o nome. Coisa de décadas. O que não serviria de nada e assim, quiçá se evita a necessidade de intimar alguém.  
 
Devemos estar agradecidos a este estado de coisa. Devemos louvar o Senhor, PM por nos dotar com tão preocupado e previdente mistério do ambiente.
publicado por carlocos às 21:03
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Sábado, 2 de Maio de 2009

Quê! Desaparecimento oportuno?...

Há coisas surpreendentes e seriam surpresa num estado daqueles exemplares do Norte. Daqueles que são referência mundial naqueles assuntos, que por cá já pouca gente duvida existir. Por lá por esses estados em que os padrões de exigência e respeitabilidade dos políticos esta numa fasquia superior certos assuntos nunca seriam tema de discussão. Por lá seriam impossível pensar quanto mais existir e perdurar temas tão badalados como os actuais e que enlameiam sempre a mesma família.

 
É notícia no Semanário Sol que;
 
Ninguém fica surpreendido com este desaparecimento?
Desapareceram simplesmente – o que não deixa de ser divertido – ou que intenções estão por detrás desse desaparecimento?
publicado por carlocos às 17:24
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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2006

“Batalha da moralização da vida pública”.

“Olhando para a República Portuguesa, prestes a comemorar cem anos de existência, não poderemos deixar de notar que o comportamento ético de muitos dos nossos concidadãos, incluindo alguns daqueles que são chamados a desempenhar cargos de relevo, nem sempre tem correspondido ao modelo ideal de civismo republicano”,

“Olhando para a República Portuguesa, prestes a comemorar cem anos de existência, não poderemos deixar de notar que o comportamento ético de muitos dos nossos concidadãos, incluindo alguns daqueles que são chamados a desempenhar cargos de relevo, nem sempre tem correspondido ao modelo ideal de civismo republicano”

“Um potencial corrosivo para a qualidade da democracia”.

“Tarefa que compete em primeira linha aos titulares de cargos públicos”. “Trata-se de uma interpelação que percorre todos os níveis do Estado, do poder central às autarquias locais”

“A transparência da vida pública deve começar precisamente onde o poder do Estado se encontra mais próximo dos cidadãos”: os autarcas. “É necessário chamar a atenção, de uma forma particularmente incisiva, para as especiais responsabilidades que todos os autarcas detêm nesta batalha”

Existem sinais que nos obrigam a reflectir seriamente sobre se o combate a esse fenómeno [corrupção] tem sido travado de forma eficaz e satisfatória, seja no plano preventivo da instauração de dever e responsabilidade, seja no plano repressivo da perseguição criminal.

Excertos do discurso do Sr. Presidente da República Portuguesa nas comemorações dos 96 anos da proclamação da República.

Por momentos pensei estar noutro país, num país com os indicadores de corrupção idênticos aos locais, mas que os corruptos conhecessem o resultado da repressão. Pensei estar, talvez em Itália – onde clubes se envolvem em actividades ilícitas e em resultado disso descem de divisão. Onde a justiça não é compadeceste nem com presidentes. Onde a máfia enfrentou um processo “mãos limpas”. Por momentos pensei estar num país faz de conta. Mas depressa cai na realidade e fui acordado com o estampido dos processos – Casa Pia, Felgueiras, Freeport, eurominas, UGT, Morais, judas, sobrinhos, sobrinhas e enteados, cartolas, bancos, apitos dourados, financiamento dos partidos, financiamento dos clubes, fogos florestais, sobreiros, Partex, aterros, fundos sociais europeus, aeroporto, portos, pilotos, Sines e etc – um findar de situações dos chamados “colarinhos brancos” que nunca viram resultado ou sem resultado à vista. 

No fim o resultado é só um, o empobrecimento de quase todos e o enriquecimento de alguns. Os quase todos são mantidos em fatias discutindo as invejas entre eles e os alguns, sorriem enquanto os roubam.

publicado por carlocos às 13:41
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