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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2005

As aves que nos visitam e suas rotas migratórias


Durante o ano a península ibérica é visitada por várias dezenas de milhares de aves, durante os seus movimentos migratórios. Esses movimentos são muitas das vezes feitos em dois sentidos. Em direcção a África e de África, essencialmente em dois períodos. No período de invernia e no estival.


As rotas migratórias da Europa para África processam-se em três rumos diferentes; um a norte, que cruza os céus da Holanda, Alemanha e França, oriundo da Grã-bretanha, península escandinava e norte da Rússia, outro a sul, que bordeja o mediterrânico, até ao sul de Espanha e Algarve. O outro e de menor indevidos na região centro.


Todas estas aves vão em direcção de zonas húmidas, em busca de alimento e de um clima mais favorável. Concentrando-se principalmente no estuário do Tejo, lagoa de Santo André, Sapal de Castro Marim, Ria Formosa e Doñana em Espanha. Onde algumas (muitas) passam a invernada.


Como é evidente e os mapas de incidências de algumas espécies que aqui estão inseridos o demonstram. Muitas das espécies oriundas do Norte e do Leste da Europa, que cruzam os céus da Roménia e de muitos outros países do Leste vêm invernar em Portugal, ou transpõem o mediterrânico junto ao nosso território. Quer na ida como na vinda. O que permite uma disseminação de qualquer possível foco de doença.


Talvez que o que joga a nosso favor seja a distancia que uma ave contaminada terá que percorrer. E o controle que é feito noutros países onde elas pousam para descanso.


Mas caso sejam detectadas aves contaminadas nalguma dessas rotas, nada garante que a doença não venha a ser disseminada pela Europa. Já que as aves na migração, contactam com outras aves da mesma espécie indígenas. Uma medida inteligente, talvez fosse a de abrigar as aves domésticas dum possível contagio. Pedir o apoio dos clubes columbófilos. Proibir a caça e Deixando o rastreio nas zonas de descanso e permanência das espécies, à actividade dos ornitólogos e ambientalistas. Criar uma vacina, e começar a imunizar algumas das aves. Se a incidência de mortalidade nas aves é de perto de 100% e nos humanos de 55%. Se a gripe do principio do século (febre espanhola) era 5%. Este é um assunto que não esta ao alcance de uns políticos incompetente e irresponsáveis. Basta reter o que disse um ministro, «as aves que passam na Roménia não vêm para Portugal». Se olhar-mos para o que se esta a fazer lá por fora. Temos um exemplo de como devemos actuar. Inclusivamente em Marrocos. Temos em Portugal, um exemplo de como não se deve actuar,


Algumas das aves que cruzam o espaço português na sua migração. Fotos, alguma informação e território.


Bibliografia: “Guia de campo das aves” e links “Aves”


Legenda: I - Invernante; N - Nidificante; MP - Migrador de Passagem; R - Residente; ( ) - situação mal definida


PRESENTE TODO O ANO


ÁREA DE REPRODUÇÃO


ROTA DE INVERNO


VISITANTE DE PASSAGEM


ÁREA DE REPRODUÇÃO ESPORÁDICA


 


MERGULHÃO-DE-CRISTA (PODICEPS CRISTATUS) (R) Ave residente no sul de Espanha e em Portugal junto a fronteira. Durante o período de Inverno ah ocorrência de indivíduos emigrados em todo o sul de Portugal e Espanha. Oriundos de doutras regiões, que têm como área de reprodução a ex-Jugoslávia e uma parte da Bulgária e sul da Roménia


MERGULHÃO-DE-PESCOÇO-PRETO (PODICEPS NIGRICOLLIS) (I) Ave residente no sul de Espanha e em Portugal junto a fronteira. Durante o período de Inverno ah ocorrência de indivíduos emigrados em todo o sul de Portugal e Espanha. Oriundos de doutras regiões, que têm como área de reprodução a ex-Jugoslávia, Albânia e Grécia


CORVO-MARINHO-DE-FACES-BRANCAS (PHALACROCORAX CARBO) (I) Encontra-se nas maiores partes das áreas costeiras nidificando principalmente no Norte e no Oeste; também nas águas interiores da Europa do leste. De Inverno corre ao longo de todas as costas excepto na Itália. Em Portugal, onde ocorrem estas duas subespécies, os indivíduos são invernantes e migradores de passagem. A população tem vindo a crescer desde 1990 encontrando-se actualmente em estabilização. A população invernante no nosso país está estimada em cerca de 11000 indivíduos


ABETOURO (BOTAURUS STELLARIS) (I) Distribuída em mosaico nidifica com regularidade em locais isolados ao longo da Europa temperada. As aves do Leste migram para sul e para Ocidente


GARÇA-PEQUENA (IXOBRYCHUS MINUTUS) (N) Visitante estival da Europa, excepto Grã-bretanha e Escandinávia; distribuição localizada mais numerosa no Leste do que no Ocidente. prefere, a proximidade de zonas húmidas essenciais para se alimentarem. A população nidificante é estimada entre 5000 e 5500 casais. Migradora parcial, parte da população nidificante permanece no nosso território. A sua época de reprodução decorre entre Abril, Agosto ou Setembro


GORAZ (NYCTICORAX NYCTICORAX) (N) Visitante estival com colónias espalhadas pelo sul da Europa, embora atinja a Holanda, a norte. Inverna na Africa subsariana


PAPA-RATOS (ARDEOLA RALLOIDES) (N) Visitante estival localizado no Ocidente, mais abundante no Leste, mas com uma distribuição meridional. Inverna na Africa subsariana. Apresenta uma distribuição dispersa através da Europa Meridional, do Sudoeste da Ásia, Norte e Centro de África. É considerada uma das garças mais raras na Europa, o que condiciona a informação disponível, não estando sequer bem determinadas as suas condições de ocorrência. Esta situação é agravada pelo facto de ser uma ave migradora que percorre milhares de Km, entre as áreas de reprodução e invernada, atravessando fronteiras de países e continentes o que dificulta a recolha de dados sobre a ecologia da espécie e consequentemente, a tomada de medidas para a sua conservação


GARÇA-REAL (ARDEA CINEREA) (I/R) Residente disseminada, embora as aves da Europa Central migrem


GANSO-BRAVO (ANSER ANSER) (I) Visitante invernal de vasta distribuição. Da Holanda à Bulgária


PATO-BRANCO (TADORNA TADORNA) (I) Residente ao longo das costa do nordeste da Europa com pequenas populações no mediterrânico. A maior parte migra no fim do verão


PIADEIRA (ANAS PENELOPE) (I) Visitante invernal da maioria das regiões costeiras, numeroso e bem distribuindo. Reproduz-se na Islândia, Grã-bretanha e Escandinávia


FRISADA (ANAS STREPERA) (I) Não é numerosa em parte alguma e tem uma distribuição como reprodutora bastante fragmentada. Visitante invernal oriunda do Leste


MARREQUINHO (ANAS CRECCA) (I) Reprodutor bem distribuidor especialmente no Norte e no Leste da Europa; enorme afluxo de Inverno à maior parte da Europa Ocidental e do Sul. Esta espécie pode ser encontrada a norte do Equador, na América Central e do Norte, na Europa, na Ásia e África. Distribui-se praticamente por todo o hemisfério Norte. Na região Paleárctica Ocidental nidifica no Noroeste e Norte da Europa, A sua área de distribuição compreende Albânia, Alemanha, Áustria, Bielorússia, Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Moldávia, Noruega, Polónia, Reino Unido, República Checa, República da Irlanda, Roménia, Rússia, Suécia, Suíça, Turquia e Ucrânia. Inverna na bacia mediterrânica e Europa Central


ARRABIO (ANAS ACUTA) femea ARRABIO (ANAS ACUTA) macho (I) Nidifica na Islândia, Escandinávia e no norte e nordeste da Europa. Visitante invernal no restante território, bandos numerosos altamente localizados


PATO-TROMBETEIRO (ANAS CLYPEATA) macho PATO-TROMBETEIRO (ANAS CLYPEATA) femea


 (I) Áreas de reprodução dispersas, com maior incidência na Europa do Leste. Visitante invernal muito distribuído


ZARRO-COMUM (AYTHYA FERINA) (I) Amplamente distribuído; como reprodutor visitante invernal muitas vezes abundante


NEGRINHA (AYTHYA FULIGULA) (I) Área de reprodução muito fragmentada, em particular na Europa Ocidental; as maiores concentrações situam-se nos pântanos do Danúbio, da Hungria até a Roménia. Muitos invernam a sudeste e em redor do mar Cáspio e do mar Negro


TARTARANHÃO DOS PAUIS (CIRCUS PYGARGUS) (R) Dissimilada mas com distribuição em mosaico residente na Europa Ocidental; visitante estival do leste


TARTARANHÃO-AZULADO (CIRCUS CYANEUS) (I/N) Residente e amplamente distribuído pela maior parte da Europa; visitante invernal regular e migrador de passagem nas restantes regiões


TARTARANHÃO-CAÇADOR (CIRCUS PYGARGUS) (N) Visitante estival na maior parte da Europa temperada


ÁGUIA-CALÇADA (HIERAAETUS PENNATUS) (N) Visitante estival da Europa ocidental e ocidental, principalmente das encostas arborizadas. Inverna na africa subsariana para onde emigra através de Gibraltar e do Bósforo


ESMERILHÃO (FALCO COLUMBARIUS) (I) Residente nos distritos montanhosos da Grã-bretanha, mas é comum em parte alguma. Visitante estival da Escandinávia e maior parte da Islândia. Visitante invernal nas outras regiões


OGEA (FALCO SUBBUTEO) (N) visitante estival de toda a Europa temperada


FALCÃO-PEREGRINO (FALCO PEREGRINUS) (R) Residente escasso em muitas regiões da Europa; noutras, escasso visitante invernal


CODORNIZ (COTURNIX COTURNIX) (N/R) Visitante estival bem distribuído, na Europa com excepção da Escandinávia; em declínio em muitas regiões. Inverna na Península ibérica


FRANGO-D'ÁGUA (RALLUS AQUATICUS) (R) Residente fundido na Europa Ocidental; as aves de Leste emigram


FRANGA-D'ÁGUA-PEQUENA (PORZANA PUSILLA) (N) Visitante estival escasso da Europa continental, apesar de ausente do norte e nordeste. Hábitos discretos fazem dela uma das aves menos conhecidas da Europa


FRANGA-D'ÁGUA-GRANDE (PORZANA PORZANA) (NR) Visitante estival de zonas pantanosas adequadas da maior parte da Europa, mas muito errática na sua ocorrência


GALINHA-D'ÁGUA (GALLINULA CHLOROPUS) (R) Residente distribuído por grande parte da Europa e visitante estival no Leste


 


GROU (GRUS GRUS) (I) Nidifica na Escandinávia e em redor do Báltico. Concentração pré e pós-nupcial no sul do Báltico, antes de dividir para sudoeste e para sudeste na direcção dos quartéis de Inverno. As populações que partem para ocidente invernam na península ibérica, mas também no norte da França em Invernos temperados


OSTRACEIRO (HAEMATOPUS OSTRALEGUS) (I) Residente bem distribuído; as aves do Norte e do Leste emigram para sul e para oeste


PERNA-LONGA (HIMANTOPUS HIMANTOPUS) (N/R) Visitante estival de muitas regiões da Europa, na sua maior parte costeiras. Inverna no Coto Doñana, em grande parte do sul da península ibérica e na africa tropical


ALFAIATE (RECURVIROSTRA AVOSETTA) (I/N) Distribuição irregular ao longo de muitas áreas costeiras. Inverna no Oeste e no Sul da Europa, principalmente em Portugal. A colónia mais importante é no estuário de Tejo, onde foram contados 18.000 exemplares. MOVIMENTOS Os indivíduos que se reproduzem no limite Norte da área de distribuição da espécie são tipicamente migradores. Em anos com Invernos amenos, grandes números de Alfaiates ficam nos países do Mar do Norte. Os Alfaiates invernam localmente em Inglaterra e Holanda e mais tipicamente desde a bacia do Mediterrâneo até ao Sul do mar Cáspio e a sul do Sahel africano, Arábia e Índia. A dispersão das áreas de reprodução inicia-se na segunda metade do mês de Julho e em Agosto – Setembro concentram-se em áreas determinadas para realizar a muda. A passagem de Primavera começa cedo, com a partida das aves das áreas de invernada desde fim de Fevereiro e princípios de Março. O retorno às áreas de reprodução depende das condições meteorológicas: na Europa Ocidental, as primeiras aves podem surgir no início ou meados de Março, sendo que a grande maioria chega durante o mês de Abril. CURIOSIDADES As recapturam de aves anilhadas mostram que os Alfaiates invernantes nos estuários portugueses são provenientes da população nidificante no Norte da Europa, particularmente na região do Mar de Wadden holandês, alemão e dinamarquês


ALCARAVÃO (BURHINUS OEDICNEMUS) (R) Visitante estival da França e, em pequeno numero, de outras regiões da Europa temperada. Residente na península ibérica. Inverna no sul da Europa e na africa


BORRELHO-PEQUENO-DE-COLEIRA (CHARADRIUS DUBIUS) (N) Visitante estival e migrador de passagem em Março e Outubro


BORRELHO-GRANDE-DE-COLEIRA (CHARADRIUS HIATICULA) (I) Reproduz-se ao longo das costas setentrionais e no interior na tundra. Inverna nas áreas costeiras temperadas


BORRELHO-DE-COLEIRA-INTERROMPIDA (CHARADRIUS ALEXANDRINUS)


(R) HABITAT Na Europa, o Borrelho-de-coleira-interrompida nidifica principalmente ao longo da costa, em zonas baixas e arenosas, estuários e lagoas, mas também em algumas zonas húmidas do interior. Na Dinamarca e na Suécia é possível encontrá-lo a nidificar em prados costeiros. MOVIMENTOS A maioria da população europeia inverna nas costas do Mediterrâneo e de África até ao equador, com populações importantes no Sul de Espanha, Sicília, Mauritânia (Banco d’Arguin), Marrocos, Tunísia, Egipto (Delta do Nilo), Sul da Turquia e Golfo Pérsico.Grande parte da população nacional é residente e a invernante é migradora, oriunda de áreas de nidificação a Norte (Alemanha, Holanda, etc.); os restantes indivíduos fazem pequenas dispersões sazonais.CURIOSIDADES Em situações em que o ninho ou as crias correm perigo, os progenitores exibem um comportamento peculiar, correndo e arrastando uma asa, fingindo-se feridos, na tentativa de atrair a atenção do potencial predador e de o afastar do local do ninho ou das crias.


TARAMBOLA-CINZENTA (PLUVIALIS SQUATAROLA) (I) Visitante invernal comum e migradora de passagem em todas as costas


ABIBE (VANELLUS VANELLUS) (I/N) Ave bem distribuída e numerosa na época da reprodução; enorme influxo invernal oriundo do norte e do Leste


PILRITO-PEQUENO (CALIDRIS MINUTA) (I) Migrador regular na Primavera e abundante, embora em numero variável, no Outono, inverna em Portugal e Espanha


PILRITO-COMUM (CALIDRIS ALPINA) (I) Abundante migrador de dupla passagem e visitante invernal abundante das costas e zonas inundadas


NARCEJA (GALLINAGO GALLINAGO) (I/N) Reprodutora bem distribuída no Norte da Europa e visitante invernal abundante, embora localizadaGALINHOLA (SCOLOPAX RUSTICOLA) (I) Reproduz-se na maior parte da Europa temperada e setentrional; visitante invernal nas restantes regiões


MAÇARICO-DE-BICO-DIREITO (LIMOSA LIMOSA) (MP/I) Migrador de dupla passagem e visitante invernal. No Inverno, são aos milhares em locais favorecidos tais como os estuários do Tejo (Portugal) e o Guadalquivir (Espanha)


MAÇARICO-REAL (NUMENIUS ARQUATA) (I) Visitante invernal e migrador de passagem numeroso em muitas áreas


 


Algumas das aves que cruzam o espaço português na sua migração. Fotos, alguma informação e território.


Bibliografia: “Guia de campo das aves” e links “Aves”


Legenda: I - Invernante; N - Nidificante; MP - Migrador de Passagem; R - Residente; ( ) - situação mal definida


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publicado por carlocos às 15:43
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2 comentários:
De Anónimo a 23 de Outubro de 2005 às 17:18
Um autêntico serviço público! Obrigada! Elise
(http://lettersfromelise.blogspot.com)
(mailto:letterstoelise@gmail.com)
De Anónimo a 21 de Outubro de 2005 às 16:02
Parabéns..pelo esclarecimento.Desconhecia e estou muito grata. Bfdsdocerebelde
(http://docerebelde.blogs.sapo.pt)
(mailto:docerebelde@hotmail.com)

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