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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
Ai burguesia, burguesia

Olhando a 1ª página do Semanário Sol, salta a vista uma frase. Parece que é atribuída ao Secretario Geral da UGT.

 

U.G.T, há quem afirme tratar-se da União de Sindicatos da Troika.

 

Mas voltando a dita frase “Uma Greve Geral não faz sentido nenhum” além disso uma greve geral não faz sentido porque ela deveria de ser multiplicada pelos números necessários.

 

Sempre tive a noção que a UGT não fazia sentido e se duvidas houvessem…   

 

As lutas dos trabalhadores sempre foram desgastantes. Por um lado temos um grupo que necessita do trabalho diário para poder comer e do outro o poder financeiro que não vê pessoas, vê números insignificantes. São eles os senhores do poder e nalguns países governados por frouxos que deveriam ser o fiel da balança, ainda somam ao seu o poder de empregar esses mesmos frouxos. Para contrariar essa desigualdade de poderes o outro prato deveria de ser representado por quem estivesse disposto a ir a luta. Já noutras ocasiões ouve a preocupação de insinuar que lutar não compensa. O mais recente exemplo foi a manifestação dos professores convocada a revelia dos sindicatos. Que depois acabaram por ir no embalo. Nessa altura sobressaiu o mesmo de sempre. O subordinado politico do governo de então. Quem esta habituado a mordomias, aburguesado não é fácil entrar em luta. Isso é bom para os outros.

 

Hoje com estes burgueses é difícil fazer uma greve com alguma duração. É difícil, senão impossível aguentar 33 dias em greve como na Bélgica que terminou em 23 Janeiro de 1961. Mesmo assim 50 anos depois caminham, e porque talvez os belgas sejam menos burgueses ou mais ciosos dos seus direitos. Sim direitos! Porque quem tem deveres também tem direitos. Ou melhor os direitos adquiridos não são da exclusividade do Ângelo Correia. Porque se ele tem direito à pensão e aos subsídios os outros também.



publicado por carlocos às 23:04
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Liga dos Amigos dos Sindicatos da Troika

A esta hora esta a decorrer uma entrevista na RTP2 e estou completamente enojado. Tive que mudar de canal.

Sim, não penso fazer queixa ao provedor do ouvinte. Decidisse-me pela liberdade de mudar de canal. Tudo é preferível incluindo os Morangos a ouvir aquela criatura Da União do Sindicatos da Troika.



publicado por carlocos às 19:46
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
Parabéns João Proença

Nem sempre temos a oportunidade de ficarmos inseridos na história dum povo.

Foi com grande oportunidade que o secretário-geral duma organização pseudo-sindicalista assinou o melhor acordo de progresso para um estado esclavagista.

É digno de nota o apoio aos escravocratas que em nome duma melhor sociedade de emprego promovem a baixa de salários e o aumento das horas de trabalho.

É uma forma excelente de promover a dependência e adormecer ao ponto de tornar uns perfeitos zombies sociais as populações trabalhadoras. De uns anos a este acordo, temos assistido a acordos atrás de acordos sempre agravando a relação empregado/empregador. Todo em nome duma melhor competitividade e a redução do desemprego. E de 6,4% então a data a vergonha nacional, nas palavras de quem mais promoveu o desemprego nas políticas disparatadas aplicadas e na forma de fazer essa politica. Ao recorde absoluto 13,2 confirmados pela OCDE. Como não podia deixar de ser o ónus da prova está na vítima. e são os trabalhadores os responsáveis pela incompetência dos nossos gestores. De excelência no publico ou nas parcerias com os resultados que tão bem conhecemos. Se duvidas houvesse, estamos debaixo de uma acção de resgate financeiro.

E quem é penalizado? Mais uma vez a massa que diariamente tem que se deslocar para um posto onde fingem que lhes pagam e eles sem motivação têm que produzir. Essa mesma massa que sai dum emprego, para entrar noutro de modo a poder fazer face a um cabaz em euros ao preço dos países ricos num país de salários pobres.

Serão eles os culpados? Sem dúvida! Durante anos deixaram e mantêm a bandalheira política a funcionar. As trocas da política pelas empresas de topo são comentário de transporte público e café. Mas nada mais que isso. Exemplos da sua segeira são comuns. E são eles os maiores inimigos deles mesmos. Como exemplo podemos pegar na divida dos transportes atribuída aos funcionários e suas regalias. A discussão dessa parvoíce a nível governamental não inibiu que as administrações adquirissem viaturas novas. E de quem é a culpa da gestão? Claro dos trabalhadores essa massa de parasitas. Isto na maneira de ver de outros trabalhadores.

 

"a administração da Carris recebeu um total de 420.556 euros em 2010, traduzindo-se num aumento nos vencimentos dos cargos de topo de quase 33 mil euros em comparação a 2009, apesar dos cortes salariais decididos na administração pública. O presidente da Carris aufere mensalmente 6577 euros brutos. Cada vogal da administração 5727 euros." Retirado do expresso.pt.

 

Qual a resposta?... Chega-se ao ponto de artificialmente reduzir a linha do rendimento que define o limiar de pobreza.

O disparate é enorme e salta aos olhos mas parece que ninguém quer ver. Hoje olhamos para um cabaz de compras e vemos o valor semelhante em todos os países do euro. Mas olhamos por sua vez para o valor do salário mínimo e médio e a disparidade salta aberrantemente como coisa disforme e destorcida da realidade. É este o estado em que isto chegou. Temos gestores a sacar salários astronómicos, prémios fabulosos. Então, nessas empresas de parcerias com o nosso dinheiro. O dinheiro dos contribuintes o risco e as quebras são absorvidas sempre pelo mesmo.

Não sr. Proença a culpa da baixa produtividade não é dos trabalhadores. Não sr.s do governo não são os trabalhadores os culpados do estado a isto chegou. São vocês. Não sr.s escravocratas nem da falta do chicote. Que é só o que falta.

O problema esta nas chefias na sua falta de competência. Na classe politica na sua irresponsabilidade. Quer-me parecer que mesmo munido de chicote a produtividade não aumentaria. Como também no tempo da escravatura existiam aqueles que matavam os escravos a porrada e não enriqueciam.  

Mas no fim. O verdadeiro culpado é a vítima. Ela que faz para sair debaixo do tapete? Acusa o vizinho de trapaceiro de calão. Ela luta pelos seus direitos? Não, o outro que o faça. Se o outro o faz é calão, devia era de estar a trabalhar.

Fazer greve? Isso é bom para a função pública. Eu se fizer não me pagam. Na função pública descontam-se os dias de greve também. E eles ainda estrebucham.

E você o que diz e o que faz? Eles deviam era estar como eu, nem estrebuchar podiam.

Não! Você devia era vir para a rua e gritar. Fazer-se ouvir. Mas não, você que vai engrossar a lista dos desempregados ou na melhor das hipóteses dos que vão ver o salário reduzido. Afunda-se no lamaçal silenciosamente como os outros. Os da diferença, da vergonha nacional 6,4%, para o recorde de 13,2%.

É isso estupidamente silenciosos, mas invejosos quanto baste.




Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
De reforma em reforma

Não sei o que vem ai desta reunião de patrões e seus subalternos. A que o governo teima em chamar de “concertação social”.

Alguns dos disparates que são, seriam ou eram para ser falados e a aprovados pelos subordinados e que vieram ao conhecimento geral. São a possibilidade de despedir por falta de produtividade. Não sei o que foi discutido quando existe uma lei de 1975 que permite o despedimento por falta de produtividade. Lei essa que nunca foi exequível pela estupidez dos patrões por não serem capazes de definirem esse conceito de produtividade. Outra idiotice ali discutida é as pontes serem descontadas em dias de férias. Pergunto eu que proposta é esta se sempre assim se procedeu. Ou o empregado não ia simplesmente trabalhar e fazia ponte quando queria? Será que alguém comeu esta parvoíce como legitima? Parece que sim. Pelo menos pelo que veio a lume o governo assim procedeu. Interrogo-me, se ainda existe alguém minimamente inteligente para perceber a cretinice…

Mais uma vez o ataque aos trabalhadores e suas poucas compensações pela exploração a que são sujeitos diariamente. Nalguns casos inclusive a pressão psicológica por parte do patrão. Que na generalidade vê o trabalhador como um parasita e não como um colaborador.

Quantos trabalhadores é que ao fim de vários anos de colaboração com o patronato no crescimento da empresa constatam que a empresa, esta boa de boa saúde e que o patronato e mais família gozam de regalias. Que acha de sua exclusividade e que ele o patrão, e só ele é que produziu aquela riqueza. Olha agora para o empregado como um alvo a abater sabendo que naquela esquina existe um desempregado livre pronto a receber metade do que ele paga aquele que o ajudou a crescer.

Ainda à dias fui a um armazém de materiais comprar um produto e porque me alonguei na conversa com o funcionário na busca de informação. E estando eu naquele momento no armazém como único cliente pensei que poderia ser um pouco mais picuinhas e sair melhor informado. Foi um erro que cometi. Porque ainda não tinha saído já a besta do patrão estava a passar um raspanete ao empregado porque ele no ver dele, tinha dado conversa ao cliente. Não resisti e voltei para traz e mesmo correndo o risco de ser enxovalhado pela besta perguntei-lhe se ele preferia um cliente satisfeito ou para ele um bom funcionário tinha que ser uma besta incapaz de informar correctamente os clientes.

Espero – só depois me ocorreu – que não tenha trazido mais dissabores ao colaborador.  

Num programa da RTP, falava-se de emprego e dos malandros que não queriam trabalhar. Um senhor industrial, eng por sinal mostrava-se indignado pela simples razão que tinha mandado uns trabalhadores para o fundo de desemprego e que ele magnanimamente queria voltar a empregar. E eles, os malandros não aceitaram porque no fundo de desemprego ganhavam mais.

Ora se o subsídio de desemprego é 60% do salário. Quer dizer que o Sr empresário eng tinha arranjado maneira de reduzir os salários dos trabalhadores para menos de metade. Ele não tinha despedido porque… ele na realidade tinha era arranjado maneira de reduzir os salários de pessoas que pasmem-se, até eram da sua confiança. No dizer da criatura.

São estes príncipes da empregabilidade que ditam as regras e têm o governo na mão.    



publicado por carlocos às 22:19
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A criatura dos pastéis de Belém

A criatura, quando era menino a mãe o chamava de Alvarinho. Nome importante e conhecido em todo o Portugal. Era inclusive, orgulho desta lusa terra, que tão ilustres pessoas viu nascer.

 

Logo cedo pela manhã dum dia triste o menino se lembrou que tinha um nome – o que a mãe o chamava – tão importante e conhecido também, e seria conhecido e mais que não fosse, ministro seria, para seu prazer. Ele que de ideias brilhantes fervilhava. Algumas, para não dizer todas. Mesmo aquelas que lhe vinham aos olhos quando no vaso branco defecava.

 

E foi num belo dia de aperto de alguém também fecundo em ideias. Tantas que até as anteriores eram esquecidas, quando ainda nem sequer as tinha completado. Se lembrou.

 

- Se no outro havia um, santos silva e era péssimo. Eu também tenho que ter um, santos silva.

 

E foi assim que as ideias dos pastéis de Belém foram às conferências ministeriais para gládio de uns tantos. Pessoas de parcos recursos intelectuais, que bota baixistas - como diria o outro - acharam a ideia, o exemplo ridículo. Vá lá saber porque. Tão brilhante ideia. E a forma, como foi apresentada… fazia denotar a intensidade, a excelência da ideia. Ideia digna dum génio. De, tratado em tempos de menino por nome importante.



publicado por carlocos às 16:43
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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
É o Limbo

Tenho alguma dificuldade em entender estes políticos – cá para nós que ninguém nos ouve entendo-os bem – o secretário-geral do ps, pôs-se em bicos dos pés e comentou que o grupo Jerónimo Martins veio-lhe dar razão.

Então quando o grupo sonae - só como exemplo que muitos mais há - seguiu o mesmo caminho ele não tinha razão ou estava distraído?  



publicado por carlocos às 22:54
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Olha Mais um Jota

Não precisa de conquistar nenhum coração, a estupidez dos outros tem por desnorte sujeitar o país à continuidade da estupidez.

Como o outro dizia – de memória - não sei quando mas sei que serei 1 ministro. É uma verdade sem sofismas. Como dizia o falinhas mansas “é a vida”.  



publicado por carlocos às 22:36
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Ter ideias não é ser imbecil

É curioso, diz o povo que “palavras deva-os o vento” o problema é que as parvoíces ficam e fazem mossa.

Os nossos políticos são todos cheios de ideias e quem não os conhecesse até que iria na sua conversa – ou ainda alguns vão – isto a propósito da última ideia brilhante de mais um político de charneira do momento.

Vem o ministro adepto da vespa que evolui-o para um meio de transporte mais carote, à conta do orçamento. Que é como quem diz a conta do teu e do meu subsidio. Sugerir que a gestão das finanças familiares deve começar nos bancos da escola. Deveria no entender da criatura que para combater a pobreza deveria de ser administrada como disciplina curricular a gestão das finanças familiares.

Presumo que para elaboração tão importante disciplina, seria escolhido um qualquer político. Desses que tão bem nos tem governado.

A criatura esquece que foi por forma do endividamento das famílias que a economia nacional evoluiu aos valores do PIB anteriores aos disparates desses tais génios da política. Esquece ainda a criatura, que se não destruíssem a economia como o fizeram. Essas famílias conseguiriam manter a riqueza adquirida. Pela simples razão que na maioria as famílias envidaram-se para adquirir habitação. Raras excepções, ainda maior que a de político honesto.   



publicado por carlocos às 22:09
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
Vale a pena ver e pensar


publicado por carlocos às 02:26
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Novo rumo?

O que isso de “novo rumo”? Será o mesmo que antes? Será o mesmo rumo que ainda a pouco nem um suspiro ocasionava?

Ainda a pouco os subscritores deste “novo rumo” nem de leve batiam no teclado. Seria por estarem contentes ou desatentos? Além de quem encabeça a lista andou por cá a orquestrar o rumo desde 74. 

Desatentos talvez não. Porque sempre iam alguns segredando algumas coisas. Mas poucas, não fosse a indignação. E sempre o silêncio entre o “direito à indignação” e o “novo rumo” foi um período de seis anos. Onde quem deixou de “Há mais vida para além do deficit” nas brumas do passado.

Nada disto dos “novos rumos” bafientos me surpreende. A géneses esta na oposição. É nessa altura que de gatinhos passam a tigres sedentos de sangue.  



publicado por carlocos às 00:31
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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
É a Greve pateta

Por onde andou a UGT nos últimos anos?



publicado por carlocos às 23:51
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"Brutais sacrifícios"

Seriam se fossem para todos. Mas este governo seguindo a corrente filosófica do anterior mantém uns privilegiados fora dos sacrifícios.

Dizem eles que a despesa do sector estado teve uma redução. Os outros diziam que o estado poupava. Duas formas diferentes mas o mesmo resultado. São sempre os mesmos a pagar. Quer nas reduções salariais ou no roubo dos subsídios. Ai temos a fórmula mágica do saque. E o orgulho de quem esta fazendo um bom trabalho. A palmadinha nas costas dos gajos da troika e o sorriso do puto traquina que fez uma gracinha.

Reduzir despesa onde devem não se vê nem se prevê num futuro mais próximo. Os institutos, as fundações e todo o mais habilmente criado para chutar uns milhares para a rapaziada da cor lá contínua.

Existe sempre o anúncio do fecho daquele instituto e daquela outra coisa estranha assim como uma… fundação. Mas quando vamos ver quais, descobrimos que uns já não existem outros são sempre os mesmos e outros têm lá uns gestores a anos e canos ainda a espera do encerramento. Que algum dia acontecerá.

Acontecerá? É provável, não se deslumbra é quando.



publicado por carlocos às 23:48
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
Ainda sobre o que disse TenCor Otelo Saraiva de Carvalho

É de elevado teor provocatório o que foi dito. Ainda mais se pensarmos que é muito pouco provável que alguém venha por cravos nos canos das armas como da outra vez.

Recuando ao período e ao sentimento das populações a quando do 25Abr1974. Se analisarmos o sentimento das populações de então em nada é parecido com o sentimento de agora. Não tenho a menor dúvida que neste momento ninguém poria um cravo numa G3, não só porque a disponibilidade financeira não é muito favorável ao desperdício em flores como o sentimento das populações é mais de dar utilidade ao chumbo.



publicado por carlocos às 00:46
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
E se fosse Portugal?


publicado por carlocos às 23:13
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Guerra de classes ou 1ª Guerra do secXXI


publicado por carlocos às 22:56
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Caixa de Pandora

É curioso, já ouvi defender que os políticos estão mal pagos. Que deviam de usufruir de melhores salários – diziam eles equivalentes ao privado. E continuam, para terem os melhores. - Os mesmos que gritam alto e bom som que os salários no público são melhores, mais elevados no que no privado.

Esta aparente contradição passou e muitas vezes ouvi os imbecis que fazem de caixa de ressonância repetir qual eco que os funcionários públicos são muito bem pagos. Diziam eles na sua orgulhosa ignorância que os funcionários públicos deviam de ter uma redução no salário. Gritam ainda que existem demasiados funcionários públicos. Os mesmos que à porta de uma escola vociferam que faltam funcionários naquela escola e que não querem os seus rebentos sem a protecção dum malandro de um F.P.

Os que se queixam que não têm médico. É desta massa que o país pariu e que tão mal tratada é pelos políticos - perdão pelos lacaios do poder económico - Que agora vêm chegada a vez de pagar a sua estupidez.

Para os desatentos e que acham que o mundo gira a volta do seu umbigo. Ai esta, expressa sem rodeios. O privado tem óptimos salários e por isso devem sofrer uma redução.

Desculpem, não digam que é um disparate e que eles não sabem o que dizem. Sabem tanto agora como à dias atrás.      




Quem manda?

Sabemos que o estado a que o mundo que conhecemos o Ocidental esta em crise e a Europa do sul em com particular situação. Sabemos ainda que esta crise é resultado duma desordenação incluindo a falta de controlo da economia. A culpa é da classe política, que não sabendo do assunto ou a mando dos grupos financeiros, desregulou e deixou que a economia se regulasse “acreditando” que os mercados tinham a capacidade suficiente para se regular. Assim os políticos fizeram o papel que as forças económicas pretendiam deles. Cedendo o controlo do dinheiro a quem sabia e cimentando o poder de quem podia comprar os favores políticos.

Foram através desses favores que a classe política foi paulatinamente perdendo algum poder decisório e ainda mais importante a aceitação e prestigio que podiam granjear perante as populações. Preocupados com a sua perda gradual e nalguns casos a repulsa dos eleitores – na sua maior parte reduzidos a opinião numa X – que por culpa própria deixaram que o acto democrático da sua opinião reduzir-se ao acto de sujar um rectângulo numa folha de papel que, e ainda em muitos casos desprezam por dar trabalho.  

Esses políticos com o epicentro em Itália acabam por demonstrar a sua total incapacidade e cabisbaixos estão ansiosos de provar a sua vassalagem perante o poder não político e financeiro que os sustentam á custa de quem vê a sua condição de vida degradada em nome dum maior poder e sustentação de novos senhores feudais.



publicado por carlocos às 15:48
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Domingo, 30 de Outubro de 2011
Nada já me surpreende neste Portugal

Tenho por costume afirmar que, Neste canto ridículo por mais ridícula seja a situação já por cá aconteceu ou esta para acontecer. Isto a propósito da nova parvoíce, isto sendo meigo no trato. Que estes imbecis não perdem uma oportunidade de provar que o velho provérbio de que, “Depois de mim virá quem bem de mim fará” é uma realidade.

 

Estou a imaginar - porque ainda me é permitido e provavelmente ainda não paga imposto – chamar um canalizador a casa para me arranjar a sanita. Porque, com tanta merda feita por estes políticos de sargeta ela anda um pouco entupida. E qual não é o meu espanto que o canalizador vem acompanhado com um tipo todo engravatado. Ao questionar quem é aquela criatura o canalizador informa que é o fiscal das facturas pedidas. E que esta ali para me multar se eu não exigir a factura.

 

Ainda recentemente nos livramos do pior político que esta terra pariu até aquela data e sem surpresas de maior temos por cá a continuidade da espécie. Quer dum lado quer doutro. Benza-te Deus que conseguiste juntar numa geração tanta nulidade de ideias e pensamentos. Sinais dos tempos em que as passagens administrativas pariram doutores da mula-russa sem o menor préstimo mas que influenciaram as gerações vindouras.  

 

A culpa é sem dúvida dos militares que fizeram o 25 de Abril pessoas honradas que libertaram este canto duma ditadura e deram a liberdade. Estavam eles cheios de boa vontade e nos céus fizeram castelos de grandeza de ideias e depressa deram a pátria libertada aos políticos porque não queriam ou não se sentiram capazes de levar isto a bom porto. Foi relativamente pacífica a transição e logo os políticos ocuparam os lugares e se acharam donos deles. Envergonhados pela incompetência e cientes do seu vergonhoso aproveitamento administrativo para papar anos e licenciaturas. Quando olham para os militares não lhes perdoam a vergonha peçonhenta de quando se vêem ao espelho. Ali estão os que em nome dum bem maior largaram o poder sem pedir nada em troca.

 

Mas é rápido basta sacudir o pelo como um cão à chuva. Viram as costas e vão submissos a correr saber o que os seus futuros patrões querem deles. Regressam orgulhosos para continuar nas suas tarefas muito importantes governarem-se e governarem os futuros patrões. Pelo caminho desprezam quem na realidade devem servir.  



publicado por carlocos às 23:41
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Domingo, 16 de Outubro de 2011
Sobre golpes palacianos versos WC

Andam por ai uns calhaus perdidos na imensidão do oceano e ao escutarmos com alguma atenção os sons que de lá vêem ouvimos os gemidos do Vladimir das ilhas.

Para a criatura eles foram os bons com eles isto era um mar de rosas. Coitados são e foram vítimas de maus fígados. Coitados com eles isto ia alegremente para o fundo onde a incompetência para não dizer outra coisa que melhor se aplica a situação.

Que esquece ele o Putin das ilhas que negócios como os que foram feitos não é só ingenuidade. É roubo, gatunice, trafulhice é o assalto aos cofres.

E fala ele daquilo que sabe?...  Do golpe de estado, de partido, de poder. Não sei a que se refere a criatura intelectualmente deturpada. Ao de WC realizado no inicio deste século com o objectivo de colocar no poleiro um bando mafioso. Fala ainda de partidarite. Coisa que muito se viu no fim e começo de séculos. Onde se gastava a tripa forra. Era então o terreno propício para os negócios ruinosos. Aqueles que estamos à anos a pagar e ainda não se viu o meio quanto mais o fundo. Era o tempo das funda; e dos inst; e tempos em que todo o gato-pingado era equiparado nos salários ao topo. Isto para quem tivesse determinada cor.

Era isto então um mundo de lixeiras, aterros, port e que mais além dos títulos falsificados. Era os tempos do saudoso trapalhão mentiroso egocêntrico que o golpe de WC pôs no poleiro. Era o tempo rasca dum rasca ainda maior com faladura ininteligível. Que com a sua prosápia atraiçoou um povo inteiro entregando-o à miséria elevando ao poleiro a pior espécie de português. O português egocêntrico Chico-esperto.  

Foram os tempos em que se notabilizaram no local que viu nascer aquela espécie de criatura o pior da espécie humana em três espécimes.

O falinhas mansas.

O disparatado ininteligível.

O egocêntrico trapalhão Chico-esperto.

 

Mal fica um povo quando a conjuntura astral produz tamanho dislate.



publicado por carlocos às 18:33
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Sábado, 15 de Outubro de 2011
Que pretendem estas criaturas

Não vêem elas que as parvoíces pagam-se caro?

Estes palermas perceberam que estão a empurrar o país para uma recessão profunda e para a pobreza.

Como querem pagar as trapalhadas dos socialistas. É penalizando quem suportou os devaneios daqueles trapalhões incompetentes. É reduzindo a pouca riqueza que este canto de malfeitores ainda estava distribuído por algumas pessoas úteis à sociedade. 

Empobrecendo ainda mais os que ainda pagam alguma coisa é que vão recuperar a economia? Acreditam que os que usam todos os estratagemas para fugir ao fisco vão pagar? Os que pagam uma parte dos salarios por baixo do balcão! Não, meus senhores, não são os parasitas os exploradores que vão pagar seja o que for. Nunca foram nem nunca serão. E só existe uma forma de resolver esta merda...  

Que os ponham na cadeia a eles e todos os que se governaram e governaram os futuros patrões. Esses sim a corja de salafrários que andam há anos a espoliar a pobreza dum povo inteiro. Ainda vêem com falinhas mansas criticar o criticável mas nunca por eles fazedores de merda. Corja de canalhas parasitas.

Que vão todos estudar filosofia.   



publicado por carlocos às 00:25
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