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Aumentar o salário mínimo não coloca em risco postos de trabalho. O manter perto do limiar da pobreza é que contribui para esse risco.
A recessão não foi provocada pelo aumento dos salários. Nem todas as leis parvas aprovadas por esse bando de incompetentes, e ministros do trabalho e economia, dos últimos anos melhoraram as condições de trabalho. Ou criaram condições para a criação de emprego. Muito pelo contrário a subida em flecha do desemprego acompanha cada parvoíce transporta em código do trabalho. E que aprendem eles? Nada! De parvoíce em parvoíce caminham e o desemprego aumenta.
A criação de emprego tem sido a desculpa para a alteração das leis laborais. É ver o patronato feliz e contente assinar em conjunto com a UGT e o governo as formas facilitadoras do desemprego. Métodos de trabalho sem renumeração. Eles nem com o trabalho à jorna por um prato de lentilhas estariam satisfeitos. Os despedimentos a aumentar e os investidores a fugir.
Poucos países da EU granjeiam com Portugal no baixo valor dos salários. Por cá os patrões fingem que pagam e depois não querem que os trabalhadores fingem que trabalham. Isto resume-se a uma questão de escravo/senhor.
Nem os exemplos de sucesso que por cá aparecem serve para aprenderem alguma coisa. Têm exemplos de excelência dos trabalhadores portugueses por cá. Têm exemplos de como devem tratar trabalhadores. Mas para que servem? Para passar nas televisões e essa cáfila não aprender.
É fácil atacar as pessoas, não é fácil mudar o povo. Mas é fácil transformar crises provocadas pelo roubo. O desbulho duma classe a uma nação inteira, em crises artificiais com asneiras ditas da boca para fora. Como se de uma verdade insofismável se tratasse. Temos a sorte de ter um 1º prodigo em gafes e disparates. Ainda anda na boca do povo a última e ele logo a renova. A última baboseira é respondida e bem neste artigo de opinião. Que fizer desta com o título correcto MISERÁVEL, que responde a uma das muitas razões de não haver investidores em Portugal.
É curioso, mas saberá quem segreda segredos de quem os devia de por na ordem?
Este estado sujo é transversal a todo o poder político. Hoje mais que ontem sabemos que os interesses se cruzam, que ninguém é serio nem confiável.
Segundo Passos Coelho estar desempregado é diferente de estar empregado.
Este governo na sua ânsia de inovar criou um novo conceito, poupar para pagar impostos.
Segundo um estudo da OCDE em 40 países, Portugal é um dos países mais infelizes desses países só perdendo para a China e a Hungria.
E haverá alguma razão histórica para este comportamento?
No caso dos húngaros, o passado recente deles é um manancial para que se sintam infelizes. Assim como os chineses que também tiveram o seu monstro assassino. Todos eles têm razões históricas.
No passado recente da Hungria, Holodomor é um grito humano contra a barbárie provocada por um Monstro um dos piores assassinos da espécie humana. É um grito de aviso contra o poder político e a cegueira ideológica.
Os chineses foram bem servidos na espécie de monstro pelo grande timoneiro. Mao Zedong durante o período do Grande Salto em frente e da Revolução Cultural esse monstro conseguiu matar 50 a 70 milhões de pessoas. A história humana está receada de patifes onde Hitler tem o seu pedestal. Mas todos estes patifes aparecem em resultados de outros que impulsionam o aparecimento e estrumaram o terreno com as suas estupidas acções. Na realidade os monstros são procedidos de patifes de menor capacidade. E na europa o terreno está a ser estrumado para o aparecimento destas bestas humanas. Estes especialistas e seus seguidores de pintelhos estão a criar as sinergias para que apareça à semelhança do princípio do seculo XX, figuras de salvação. Que encaminhem nações para atitudes sem retorno. Hoje dizem-se impossíveis… mas a história está cheia de impossibilidades que resultaram em tragédias. Foi o estrume destas impossibilidades que geraram os maiores criminosos da história. E se houvesse um pensamento critico e honesto provavelmente não apareciam. Leva-nos a interrogamo-nos como é possível aparecerem frequentemente indivíduos como o “monstro de Oslo”. Quanto a mim é mais uma produção na problemática do caminho que percorremos como sociedade que nós leva a aparecerem. Assim como o assassino de Toulouse.
No fim de contas os nossos patifes caseiros são de outra marca. Gostam mais de roubar, corromper.
Até que são aceites. Eles atacam classes e atraem a aceitação de outras. Eles têm ideias vagas e nada produzem, eles governam-se e governam os patrões. Mas têm a aceitação de quem se vê realizado no ataque aos outros. Eles são os super-heróis dos imbecis.
Nós por cá não fomos enxovalhados por monstros de igual performance. Sempre fomos mais comedidos os patifes caseiros preferem roubar, corromper e por o povo na miséria. Mas como tudo na vida é uma questão de oportunidade. Deixem esses patifes governarem-se a seu prazer e depois tornarem-se números duma história de horror. Deixem os especialistas em pintelhos e outros quejandos desenvolver os seus talentos que o futuro não traz nada de bom.
Desde sempre que tive a ideia que o Passos Coelho nada mais era que um Sócrates envernizado.
Enquanto o outro é um casca-grossa - forma tão peculiar de definir aquele tipo gente por parte dos brasileiros - Este é um engomadinho na sua forma mais controlada de expressar. Mas como sempre acontece aqui e ali aparece aquela oportunidade para cair na real e os disparates brotam como se duma nascente de águas sujas se tratasse. Vem isto a propósito das últimas declarações da criatura sobre o desemprego. Que se acalmem os que se perfilaram para o defender e tentaram encontrar alguma mensagem com sentido nos disparates de ocasião. Aquilo que foi dito. é aquilo sem sentido e sem outra mensagem. Foi um reflexo defensivo para fugir ao confronto sobre a consequência de políticas erradas e os resultados demonstrados na consequência do aumento do desemprego. Ideias para resolver não existem. Nem acredito que seja assunto capaz de tirar o sono. Isso são palavras, que leva-as o vento. Que não traz o menor contributo para resolver a situação. Acções precisas para combater a situação, essas ninguém as vê por mais que se esforce.
Se a moda pega Teremos muitas Iulia Timochenko.
Por cá existe ainda a possibilidade da acusação de enriquecimento ilícito. Não desculpem o ps não concordou com a lei do enriquecimento ilícito e o Cavaco mandou para o tribunal constitucional. Então não é possível acrescentar a este caso o enriquecimento ilícito.
Retirado do Aventar,
A Carta de Alexis Tsipras
Excelentíssimos senhores e senhoras,
Envio-vos esta carta para alertar-vos para uma questão de ordem democrática de urgente importância para a Grécia. Tem a ver com o compromisso assumido nos últimos dois dias pelo governo Papademos, chefiado pelo sr. Lucas Papademos. Permitam-me que vos recorde que se trata de um governo não-eleito, que não tem apoio popular e atuou consistente e conscientemente contra a vontade do povo grego. Este governo não tem legitimidade democrática para comprometer este país e o seu povo nos próximos anos e as próximas gerações. Este défice de legitimidade está em conflito com a rica tradição democrática dos vossos próprios países. A manter-se desta forma, tornar-se-á um mau precedente para a Grécia e para o conjunto da Europa, que, acima de tudo, têm uma herança comum de tradições políticas e democráticas que precisam ser respeitadas. Por maior que possa ser a gravidade das circunstâncias atuais – em relação às quais há espaço para divergência de opiniões – elas não podem de forma alguma cancelar a democracia.
É curioso, tenho alguma dificuldade em entender a mensagem inserida nesta notícia.
Parece que o jornalista quer realçar a abstenção no acto eleitoral na Grécia. Lendo a notícia e imaginando que acabamos de cair de paraquedas formaríamos a ideia que por cá esses números de abstenção eram impraticáveis. Que os portugueses exerciam o seu dever cívico maciçamente e que esses números eram um verdadeiro tabu.
Mas basta consultar o sítio da CNE, para vermos que os números da abstenção Grega são quase insignificantes comparados com nossos. A abstenção em Portugal é significativamente superior e nas últimas eleições atingiram a expressiva soma de 41,97%.
Valor um pouco inferior aos 43,92% com que os gregos elegeram democraticamente o último governo. O PASOK que em 2009 substituiu a nova democracia envolta em escândalos e corrupção. Por sua vez o PASOK, foi uma espécie de governo de obras faraónicas à semelhança do que aconteceu em Portugal. Por lá também o PASOK, uma espécie de socialistas gregos a portuguesa enveredaram e mesmo servem de referência nalguns casos como inventores das PPP. Levaram a Grécia por um caminho com muitas dificuldades de retorno onde a corrupção e os interesses pessoais se sobrepõem aos coletivos. Também eles os gregos estão a pagar a fatura duma serie de corruptos acontecimentos governativos. Onde se confunde o estado, as empresas e os políticos buçais, assalariados de determinados grupos económicos.
Aparentemente o povo grego farto de ser governado por políticos corruptos, resolver dar a entender à classe politica bipolarizada que esta farto e é hora de mudança.
É curioso, parece que uma parte do país, esta surpresa pelo que Mário Soares disse na sua última entrevista ao jornal Expresso.
Se alguns estão de acordo e até já o acham militante do Bloco de Esquerda. Outros estão surpresos pelas declarações e inclusive o partido que ele ajudou a formar e responsável pela situação de descalabro financeiro onde estamos se apressou a desvincular-se das declarações.
Mas no fim de contas este é o mesmo Mário Soares, que apoiou Soares Carneiro Contra Ramalho Eanes por causa de odio pessoal. É o mesmo que não se conteve ao ser recusado numa eleição para Presidente do Parlamento Europeu, onde viu ser eleita Nicole Fontaine a “dona de casa” segundo epíteto de Mário Soares.
Que diga-se de passagem a escolha foi corretíssima entre os dois candidatos não havia escolha possível. Mesmo arrisco que qualquer um serviria melhor que ele. É o mesmo relatado no livro censurado de Rui Mateus, “Contos Proibidos-Memorias de Um PS Desconhecido”. Que na realidade nada acrescenta a história do ps passada, recente e futura.
É este no fim o Mário Soares que conhecemos e já não pode surpreender. Por isso vamos de deixar de fazer de virgens surpreendidas e vamos de vez colocar esse senhor no lugar dele. Dos bibelôs inúteis e próprios para uma qualquer barraca de quermesse.
Logo se fizeram ouvir as vozes defensoras das beneméritas cadeias de distribuição e dos custos que os produtos acarretam desde a aquisição até ao consumo dos felizes clientes dessas superfícies. Inclusive aparecem aqueles iluminados que decertam sobre a “liberdade” dos agricultores recusarem as ofertas dessas instituições sem fins lucrativos. Claro que só trabalha a recibos verdes quem quer, só recebe o salario mínimo quem quer, só esta desempregado quem quer, só é menos valido – não gosto do termo deficiente. Que querem tenho destas coisas - quem quer, só é, está, sofre, esta vivo quem quer. Poderia continuar e dizer que só é imbecil quem quer. Mas sei que a imbecilidade é arte para alguns. Só posso dizer que.
Pois compreendo… o produtor quando decide mandar à terra uma semente de alface não corre risco nenhum. Não existem riscos ambientais tais como; seca, chuva em excesso, granizo, geada custo das sementes, lagartas, lesmas, custo de mão-de-obra, seguro, amortização do terreno, impostos, estrume - merda decomposta mesmo, não ideias, estufa enfim uma infindável lista de benefícios que o malandro do agricultor tem ao seu dispor. E para findar nada como aquela observação “Azar” dá um ar assim um tanto estupido mas que sempre fica bem para rematar um comentário imbecil.
É que a marota da alface aparece assim, do nada já pronta. O agricultor tem ao seu dispor o computador e um maravilhoso software cedido gratuitamente pela Microsoft que produz alfaces, beterrabas e orelhas de burro às pazadas e já vem incorporado o estrume necessário para a produção de determinados idiotas.
Ontem como hoje é fácil ser empresário em Portugal.
Quantos pobres são precisos para construir um império económico.
Donos de Portugal from Donos de Portugal on Vimeo.
Não me surpreendeu, pois foi na linha do que ao longo dos anos me habituei a admirar. Pessoa de elevadas qualidades morais e éticas desfilou calmo e sereno os seus pensamentos a uma entrevista dirigida por uma jornalista pouco qualificada.
Foi o melhor presidente da república portuguesa que conheci. Um exemplo que infelizmente não teve continuidade.
Por ter terminado é que a sociedade portuguesa esta na situação em que se encontra. Não por culpa dele, mas porque os exemplos que ele deixou de seriedade, rigor e honestidade o acompanharam.
Mais uma data se aproxima, e que data.
É aquela que uns odeiam e veem nos militares os farsantes que lhes desfizeram a cama.
Pela primeira vez os militares de Abril não comparecem ao toque de formatura. Não estão para hipocrisias dirão eles - como os compreendo. Outros afirmam que devem sujar a memória e entrar na farsa. Os políticos que se serviram da ingenuidade dos militares para assaltar o poder e de lá com acento de veludo, desbaratar as parcas riquezas deste país sempre utilizaram os militares como bode de expiatório. Mas estamos a virar uma página. No dia em que eles faziam de corpo presente e não eram os protagonistas. E apesar dos belos discursos de ocasião e sem sentido. Mesmo apesar de os protagonistas estarem quedos e silenciosos eram o foco dos holofotes. E os políticos não gostam disso. Têm vergonha da imagem refletida nos ideais daqueles rostos que sonharam ainda na juventude e que veem que a democracia os atraiçoou.
Desta vez os militares faltam a ordem unida e mesmo com o protagonismo da ação. É dos saudosistas e dos cús de veludo a última e definitiva palavra e será deles o proveito.
Basta uma pequena sondagem de rua para percebermos a vergonha de alguns pelo que foi feito há aproximadamente 38 anos e a razão. Esbatida na ignorância das massas.
Dizem Opinion Maker encartados que a história não se deve fazer com os vivos. Como se a história tivesse estados moribundos. É com os vidos e dos vivos, ou dos seus atos que a história se constrói tijolo a tijolo. Querem eles dizer, que os mortos não podem fazer contraditório… E assim a história dos vivos. Como a história das guerras. São os vencedores os maestros.
Mas é nos dias de hoje que é dada a voz a tantos que veem nos militares o fim do que julgavam eterno. Basta dar uma rápida passagem pelas caixas de comentários nas notícias referentes a ausência dos militares nas comemorações para avaliar os saudosistas. Perceber como odeiam quem acabou a sua bem-amada ditadura. Daqueles que durante e nalguns tempos seguintes mantiveram-se debaixo da pedra para onde a sua cobardia os impulsionou. Não tiveram coragem para se contrapor. Porque não eram de brandos costumes, eram os cobardes que hoje já zurram bem alto.
É fácil e até reconfortante odiar quem o fez. Não reconhecer mérito e ingenuidade a quem abriu a porta a esta cáfila de ressabiados dos tempos em que os militares iam morrer para uma África para defender a cambada de negreiros odiosos de pretos. Esses negreiros ainda hoje sonham com o mainato que espancavam a seu belo prazer e traziam submisso e faminto. Faminto de vários bens. Da liberdade que eles não só lhes negaram como hoje zurram contra os da mesma cor que se fartaram de morrer, lá longe para defender esse bando de canalhas. O odio hoje é contra os militares que tiveram a ousadia de se livrar do jugo de defender pérfidas criaturas. Podia ser contra outros, contra uma pedra, uma árvore. Não interessa que eles só sabem odiar e foi a odiar que viraram o preto contra. Foi o seu odio de estimação que provocou tudo. Mas eles só sabem odiar. Hoje é dos, que deles se livraram mas que lhes abriram uma porta para fugirem das suas tropelias. Poderiam ter lá ficado. Mas o odio e o medo do passado empurrou-os para o puto.
A esses, hoje saiu-lhes a sorte grande porque aos militares que eles odeiam, juntou-se oportunisticamente alguém que eles ainda odeiam mais, o rosto da descolonização.
É prática comum, peditórios alimentares para auxiliar famílias necessitadas. Não existe canal televisivo onde não se realce um peditório aqui e outro ali. Ou ainda a existência de hortas comunitárias. Acompanhadas sempre pela entrevista da praxe. Onde alguém junto a sua horta, orgulhosamente fala dela, do seu brinquinho.
É logico que não sou contra os peditórios, nem contra as hortas comunitárias, em que inclusive já autarquias se associaram dispensando terrenos alguns à beira de estadas, outros abandonados. Não sou contra essas iniciativas privadas ou públicas. Não critico quem tem a possibilidade e o engenho de ter os seus próprios legumes. Não critico quem tem por opção de vida o regresso a uma agricultura de subsistência. Não critico quem faz sua missão, auxiliar os mais necessitados. Considero isso um sinal de grandeza e essas pessoas devem de ser compensadas e se nada melhor se lhes pode dar. Que se lhes dê o reconhecimento da sociedade onde estão inseridas.
O que eu critico e inclusive me choca e que para mim é uma perfeita aberração é apresentarem esses exemplos, como um sucesso e exemplo duma sociedade revitalizada.
Eles, esses exemplos que querem passar por êxitos, nada mais são que a vergonha duma sociedade de classes. Onde a classe política é detentora de todos os direitos e oportunista. Tem direitos adquiridos. Não é responsabilizada pelos seus atos. Faz negócios ruinosos. Esbanja uma riqueza e depois diz que é preciso sacrifícios. Mas eles e os patrões deles nunca contribuem. Para eles o pote não tem fundo. Os patamares estão pojados de empurrados para a pobreza. São cada vez mais cidadãos em nome da utopia. Mas eles passam e não os veem absorvidos com os seus umbigos. É esse o grupo que pratica o conceito de classes. Que paulatinamente veio e continua a destruir a esperança e o esforço duma nação inteira sugando em proveito próprio tudo o que é produzido. Mas ainda não satisfeitos dedicam-se a destruir o pouco que ainda sobreviva. Empurrando mais e mais para a dependência duma alface ou duma couve. É o tempo de em vez do manjerico à janela, o tempo da couve ou da alface para mitigar a fome. Nunca teve tão relevância a frase que um dia Álvaro Cunha prenunciou.
Deveriam as televisões confrontar os políticos com essas hortas e esses peditórios perguntando-lhes se eles não sentiam responsáveis pela sociedade que empurra as pessoas para uma agricultura de subsistência. Deveriam e isso seria um verdadeiro serviço público confrontar um político uma recolha de alimentos. Um politico uma horta comunitária.
Leva-los a ver a excelente obra por eles protagonizada.
Este vídeo é uma delícia e representa bem a qualidade de governantes que nos são impingidos. Desconhecia esta preciosidade. Assim como a capacidade e desenvoltura com que socrates e companhia tratam a matemática.
É mesmo de dizer que, “Hummm bem; o pib, 10% é só fazer as contas”. Neste caso a habilidade é; vejam o hummmm vídeo e comentem.
Um verdadeiro chorrilho de asneiras a três. Representativo do que estas criaturas fizeram. Propaganda da pior e sem nexo. Resultado zero. Esta foi mais uma das mil e uma promessas e anúncios propagandistas sem resultado prático.
Numa coisa temos que reconhecer, elas são percursoras e deixaram dignos seguidores, mentiras descaradas e promessas quebradas.
Limitar as reformas. Para muita gente esta ideia até que faz sentido. Olhar o imediato sem ver As consequências foi sempre a forma de pensar dos ignorantes. É neste estrume que o populismo e a demagogia se alimenta.
Que interesses existem por traz desta ideia. Para bem dos contribuintes da caixa nacional de pensões não é de certeza.
Tribunal de Contas espanhol aponta "uso abusivo" de cuidados de saúde por portugueses
Os portugueses não contribuem para a economia espanhola só nas gasolineiras e nos hipermercados. Também contribuem para por em causa a sustentabilidade do sistema de saúde espanhol.
Que se diga de passagem esta a léguas em qualidade do nosso. E isento de taxas.
Se existe grupo que não encontro utilidade para o fim a se proponham é a ugt. Ao longo dos anos sempre vi como organização muda em governos socialistas e murmurante nos outros governos. Acabando sempre por assinar os acordos com mais vírgula menos vírgula que lhe punham a frente.
Mas sempre em bicos dos pés para ver se tira alguma vantagem dos maus acordos que assina.
Esta ameaça não passa disso mesmo, um pôr-se em bicos dos pés para ver se limpa a imagem.
Como diria o outro quando da acusação de Hendrik Vaal Neto é um fait-divers.
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